quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010




"Você me provoca,
você me pertuba.
Joga água e sai correndo.
Atira a pedra e me acerta de raspão.
Me espia no escuro e mostra a língua.
Me xinga.
Me atiça.
Invade o meu sossego.
Meu refúgio.
Pisa no meu ninho com os sapatos sujos.
Na minha toca.
Você me provoca achando que não há perigo.

Sem saber que ainda não inventaram antídoto pro meu tipo de veneno..."

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"... Tive vontade de sentar na calçada de alguma rua e chorar, mas preferi entrar numa livraria, comprar um caderno lindo e anotar sonhos"