segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010



Eu gosto do impossível, tenho medo do provável,
dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade,
mas nem sempre tenho motivo.
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o
tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível.
Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso,
e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas
palavras.
Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico...

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"... Tive vontade de sentar na calçada de alguma rua e chorar, mas preferi entrar numa livraria, comprar um caderno lindo e anotar sonhos"