terça-feira, 13 de abril de 2010


"Ela sabia que precisava dele.
Pelo menos naquela noite chuvosa e sem grandes esperanças.
Mas tinha medo da compulsão. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois.
E de dia, e tarde, de madrugada.
E não saber digerir tanto amor e tanto amor acabar lhe fazendo mal.
Só mais um pouquinho, pensou. Uma lasquinha. Pra dormir feliz.
Amanhã era amanhã. Depois ela resolvia..."

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"... Tive vontade de sentar na calçada de alguma rua e chorar, mas preferi entrar numa livraria, comprar um caderno lindo e anotar sonhos"